Dois dos grandes mestres, aqueles me fizeram ter mais vontade ainda de fazer cinema, partiram, numa mesma semana. Um após o outro. Tudo acaba ficando um pouco sem brilho, sem genialidade. E o marasmo vai tomando conta das nossas mentes sem conceito.
Eu não aguento mais esse Pan. As negociações do governo carioca com o tráfico deram certo, até agora ninguém tomou um tiro. É tão legal ver a competição de remo, os atletas devem sair cheios de doenças daquela lagoa poluída.
Se o Pan fosse em São Paulo seria mais legal, competição no Tietê ou no Pinheiros, nem precisava de tiro pra matar os atletas.
Eu só torço pro Brasil na natação masculina, tenho uma queda por nadadores.
Filas são sempre um problema, ainda mais quando tem algum pseudo-intelectual nas suas costas. Sempre aquelas discussões intermináveis sobre a filosofia de alguma coisa ou sobre questões metafísicas existentes nos filmes de algum dos grandes diretores desconhecidos pelas massas ou qualquer discussão pretenciosa. Por isso, eu e um amigo desenvolvemos a maravilhosa técnica de discutir besteiras com grande propriedade e sempre inserir um termo inteligente. A gente fala tudo o que vem a cabeça, mas com um ar inteligente. É ótimo para combater chatos e alunos de cinema da FAAP (que não se encaixam nem na categoria dos chatos).
Achar o título foi o mais difícil, sempre é. Já esgotei as possibilidades, tantos feitos e desfeitos... O Leminski é sempre uma saída e uma entrada também.